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O JMC

Abre a Exposição do Instituto JMC no Museu Presbiteriano de CampinasO Instituto “José Manuel da Conceição” (JMC), que funcionou em Jandira, SP, de 1928 a 1970, foi inexplicavelmente fechado em 1970 pela Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), que agia como sua mantenedora.

Essa lamentável decisão de fechar o Instituto JMC, nunca esclarecida satisfatoriamente, é até hoje motivo da mais profunda consternação por parte de seus ex-alunos, ex-professores, e ex-funcionários.

Nos seus quarenta e dois anos de vida, o JMC marcou a vida de seus alunos e funcionários e de seus familiares. Por ali passaram cerca de 2.520 jovens, homens e mulheres. Ali ensinaram professores dedicados e competentes – talvez uma centena delAbre a Exposição do Instituto JMC no Museu Presbiteriano de Campinases. E profissionais não-docentes ali prestaram serviços de natureza variada. O JMC marcou a vida de todos eles.

Eu (Eduardo Chaves), responsável por este blog, fui aluno lá, de 1961 a 1963. Meu pai, Rev. Oscar Chaves, também foi, por mais do dobro do tempo que eu fui: ele estudou lá de 1932 a 1938.

É por isso que eu e muitos colegas nos recusamos a deixar que lhe seja feito um obituário, mas, na nobre tradição protestante, o ressuscitamos na “palavra viva” (viva vox!) que traduz nossas memórias, na tradição oral, passada de pai para filho. Mantemos viva a memória de uma excelente escola para que possamos  manter acesa a esperança de que a educação possa ressuscitar neste país, mesmo que seja “com um novo corpo, espiritual”, em que ela dispense escolas, porque permeia, ubiquamente, todas as interações da sociedade.

figueiraO JMC não oferecia aos seus alunos apenas a oportunidade de uma vida na escola: ele se fazia uma escola de vida. É por isso que seu espírito pode perpetuar-se mesmo numa “sociedade sem escolas”, para usar o título do magnífico livro de Ivan Illich.

O JMC ajudava as pessoas a se desenvolver não só no plano intelectual, mas também no plano da espiritualidade, da afetividade, dos valores, e da ação. Em que escola hoje os alunos conseguem se desenvolver intelectual, espiritual, emocional e moralmente e ainda aprender a importância de agir de forma racional e planejada?

É por tudo isso, e muito mais, que quem foi aluno, professor e funcionário do JMC dificilmente deixa de se lembrar daquele tempo com muito carinho e grande nostalgia. Não existe mais uma educação como a que se fazia naquela escola… O JMC era uma escola inovadora muito antes de inovação virar moda (também no discurso educacional, embora raramente na prática pedagógica escolar). 

Abre a Exposição do Instituto JMC no Museu Presbiteriano de Campinas

A Associação Alumni/Alumnae do “Instituto José Manuel da Conceição” existe (mas anda meio parada) para perpetuar a memória da excelente educação que aquela escola nos propiciou e para tentar fazer com que, quem sabe, se viabilize a sua “segunda vinda” — ainda que num corpo diferente, espiritualizado… 

Criei originalmente um site para a Associação, no endereço http://jmc.org.br. Isso foi, se bem me lembro, em 1990, já lá vão 26 anos (reescrevo esta apresentação em 2016). Seu objetivo era ajudar a Associação a preservar a memória daquela que foi uma instituição marcante em suas vidas e que continua a ocupar um lugar importante no seu coração. 

Mas não consegui manter o site original atualizado. Este blog é uma tentativa de atualizar as memórias, sem precisar mexer na estrutura mais complexa de um site completo. Coloquei minha mulher, Paloma Machado, como co-proprietária do blog, para que ela possa, quem sabe, um dia dar continuidade a ele, quando os ex-alunos da escola tiverem se ido todos. Afinal de contas, neste ano (2016) já faz quarenta e seis anos que o último aluno a sair do JMC lhe fechou as portas e, por assim dizer, apagou-lhe a luz física.

Vou deixar esta página de apresentação fixa. Olhem no menu lateral para ver os posts mais recentes, os comentários, os arquivos de posts de meses anteriores.

Hoje, 24 de Julho de 2016, Domingo, revi este site inteiro. E fiquei impressionado com o número de comentários que existem aos posts deste blog. Ao todo, há 87 comentários até hoje. Só o artigo de apresentação, que aparece fixo quando se entra no blog (“O  JMC”), tem nada menos do que 40 comentários Assim, quem entra aqui às vezes lê apenas este artigo de abertura e um ou dois artigos mais e não se beneficia com a leitura dos comentários que são feitos diretamente após a transcrição de cada artigo. Aproveitem, tirem um dia para ler esses valiosos depoimentos. Eles são preciosos. Talvez encontrem ali alguém que um dia foi seu BFF – Best Friend Forever (Melhor Amigo Para Sempre). Ou o/a seu/sua namorado/namorada naquela época…

O endereço oficial deste blog é:

https://jmc.org.br

Também mantenho uma página em memória ao Instituto JMC no Facebook, no seguinte endereço:

https://facebook.com/institutojmc

Não deixem de visita-la. É uma página bem interativa que contém comentários, interações, fotos, choradeira… 

Envie-nos uma mensagem para instituto@jmc.org.br ou para o meu e-mail pessoal, também indicado abaixo.

Esclareço que domínio “jmc.org.br” foi registrado por mim, em nome da Associação dos Ex-Alunos e Ex-Alunas, no Registro.BR, órgão responsável no Brasil por esses registros.

Por fim, esclareço que não se deve confundir o Instituto “José Manuel da Conceição” com o Seminário “José Manuel da Conceição”, da Igreja Presbiteriana do Brasil, que é uma instituição bem posterior. Sempre achei que a IPB deveria ter dado um outro nome ao seu mais recente Seminário, para não confundir as pessoas, já que ela mesma já havia sido mantenedora de outra instituição com esse nome. Mas eu e a IPB nunca nos entendemos… Felizmente, registrei o domínio jmc.org.br antes dela.

Eduardo Chaves
eduardo.chaves@jmc.org.br
instituto@jmc.org.br

Em São Paulo, 9 de Outubro de 2010
Atualizado em São Paulo, 6 de Novembro de 2015
Atualizado novamente em São Paulo, 20 e 24 de Julho de 2016

41 thoughts on “O JMC

  1. Olá, Eduardo. Quero lembra-lo com carinho de que o Instituto JMC continua melhor que nunca no bairro do Campo Belo.

    • Helio,

      E deixe-me lembrá-lo de que o Seminário JMC que hoje existe não é uma instituição em continuidade com o Instituto JMC, de Jandira. Este foi fundado em 1928, pelo Rev. William Waddell, na época presidente do Mackenzie College, e teve suas atividades encerradas pela Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), que havia “herdado” o JMC (como o Mackenzie) em condições até aqui não claramente explicadas, apesar de passados mais de 40 anos. Isso se deu em 1970, no auge da Ditadura Militar que assolou o Brasil. Por isso, não acredito ser coincidência que tenham criado uma fábrica de munições no terreno que era do Jota — algo que, para mim, é um verdadeiro sacrilégio, pelo qual alguém pagará um dia. O Seminário JMC é um seminário, algo que o Jota nunca foi. O Jota preparava pessoas que pretendiam ir para o Seminário na sequência. O que relaciona os dois é a mesma igreja que lastimavelmente fechou aquela que foi uma das escolas mais interessantes que o Brasil já teve — e que quase destruiu o Seminário Presbiteriano de Campinas, de 1966 em diante. Tudo faz parte da mesma sórdida história que só faz desonrar a história do Presbiterianismo no Brasil.

      É isso.

      Eduardo Chaves

    • Edmar,

      Não existirá jamais, escola nesse país como o querido JMC, “escola suigênere”, nos moldes em que foi criada, na plataforma cristã, na preparação do jovem cristão na parte intelectual, no caráter, na conduta. Hoje agradeço muito a Deus por ter tido esse privilégio de ter estudado no JMC.

      É por tudo isso que passa o tempo que passar e o querido JOTA continua vivo na mente e na memória de todos nós manuelinos.

      Edmar (65 a 70).

      • Adoro escrever nessa página, sobre o querido JMC (sigla mágica)… Tempos que não voltam mais, mas continuam vivos em nossas memórias. Edmar (Brasília 20/04/2015)

  2. Meu avô José de Souza Soares frequentava o JMC, e deu o nome à minha mãe de Jandira Eunice Soares Molica, por causa da cidade e do próprio Instituto. Ele falava com muita saudade sobre o fato. Ele foi regente na Igreja Presbiteriana Independente de Sorocaba por muitos anos. Faleceu em 2011 e minha mãe em 1998. Nós viemos para Jandira em 1976 e quando eu e o meu irmão Demilson Soares Molica estudamos na EE Profº Vicente Themudo Lessa, nós íamos visitar o JMC completamente abandonado e assombrado (segundo os colegas da escola). Tenho muita curiosidade sobre a história deste Instituto e gostaria de saber um pouco mais sobre o assunto.

    • Débora,

      Os vários artigos publicados (vide menu do lado direito) contam um pouco da história do JMC. Outros depoimentos que vou colocar quando tiver tempo também a ajudarão fazer um quadro geral do que foi o JMC. Se houver perguntas específicas, faça, que alguém talvez consiga responder.

      Um abraço.

      Eduardo Chaves

  3. Graça e paz! Estudei no ano de 1968 no JMC. Hoje sou pastor em Cotia da Igreja Apostólica Santidade ao Senhor. Fiquei muito feliz por descobrir este blog para que nunca se apague da memória o que o JMC foi e será para sempre: um símbolo profético de uma boa educação e de formadores de caráter. Meu nome é Ricardo. Estudei nos bons tempos do Rev. Pemberto e dos alunos Eliezer Trindade, Josafá…

    José Ricardo Américo da Silva

  4. O Instituto JOSÉ MANOEL DA CONCEIÇÃO, o querido Jota enquanto vivermos continuará vivo em nossas lembranças e na nossa memória. Edmar

    • Procuro todos os anos visitar o que sobrou do nosso tão querido JMC. Muitas pessoas que ali hoje trabalham não conhecem a linda e rica história do que foi o JMC. A última vez que lá estive, conversei com algumas pessoas (Centro Comunitário dos Idosos, Hospital, Câmara Municipal que funcionam ali) e elas ficaram encantadas com a belíssima história do que representou o JMC para a cidade de Jandira. Os Manuelinos ALMIR e JACIRA estão encabeçando o Encontro dos MANUELINOS que será realizado em Tatuí – SP em setembro próximo (2015). Fiquem todos com Deus.

      Edmar.

      • Esse encontro em Tatuí de fato ocorreu no mês de Setembro. Infelizmente, não pude ir por ter compromisso familiar (aniversário de filha) na mesma data. Mas vou ver se consigo que alguém que foi — o Elizeu Rodrigues Cremm, talvez — escreva um relato do encontro.

        Um abraço.

        Eduardo Chaves

  5. Fui interno em 1968 e1969 Quando fechou infelizmente, devo parte do meu sucesso na vida gracas ao JMC. Gostaria de rever algu dessa epoca

  6. Estudei no JMC em 1966 gostaria de saber noticia de alguns alunos desse ano em especial, Gerson Altt Ricardo de Dourados MT., Cícero e outros. Boas lembranças. Walter Boaventura.

  7. Boa noite!

    Meu pai, Josué de Campos, estudou no JMC no período de 1947-1954 e posteriormente cursou Teologia no Seminário da IPI do Brasil, em São Paulo. Foi pastor da IPI até ser jubilado, aos 70 anos. Também foi capelão no Hospital de Base de São José do Rio Preto-SP e na Associação Evangélica Lar de Betânia – ASELB.

    Ele sempre demonstrou amor pelo JMC, manifestando seu carinho com os professores, funcionários e colegas.

    Tive oportunidade de conhecer o JMC na minha infância, quando acompanhei meus pais em um congresso que foi realizado na instituição.

    Meu pai faleceu no dia 18 de junho de 2013 e sinto muita saudade dele. Resolvi escrever aqui porque acredito que ele teria imensa alegria se pudesse ter tido a oportunidade de conhecer essa página.

    Parabéns pela iniciativa!

    • Obrigado pelo comentário, Ana Maria. Estudei no JMC de 1961-1963. Por isso, não conheci seu pai. Lamento o seu falecimento. Escreva sempre que quiser aqui. Um abraço. Eduardo Chaves.

  8. Meu pai, Pastor Pedro Duarte estudo no JMC de 1948 / 1952.
    Hoje com seus 91 anos reside em Rio do Sul – SC

  9. Meu pai, Osael Bastos Martins, foi aluno da JMC nos anos 30. Gostaria de receber fotos dessa época.
    Um abraço,
    Marilea

  10. Estou pesquisando nomes de velhos amigos e um deles é SERGIO FURQUIM DE ARRUDA e neste site apontou seu nome, não sei qual a ligação dele com o Instituto. Se puderem, peço que peçam a ele que se comunique comigo, para matarmos nossa saudade .

    • O Instituto JMC ao qual é dedicado este site deixou de operar em 1970. Faz 45 anos, portanto, que não tem alunos. Coloquei a lista de alunos porque alguns ex-alunos pediram, mas não há como descobrir se onde está um determinado ex-aluno e nem mesmo se ainda está vivo, dado o tempo passado desde que a instituição foi fechada. Lamento, portanto, mas não há como entrar em contato com seu amigo. Eduardo Chaves.

      • Caro Eduardo: eu estudei no JMC em 1966, porém não conheço o Sergio e não tenho nenhuma ligação com ele. Hoje moro em Montes Claros MG. Quem mora aqui e estudou lá é o Rev. Jeremias Fernandes Teixeira.

        Att. Walter Boaventura da Silva.

        Date: Tue, 1 Sep 2015 14:03:19 +0000 To: walterboaventura@hotmail.com

    • Sérgio Furquim de Arruda foi aluno do Instituto José Manuel da Conceição, conforme se pode constatar no post que contém a lista completa de alunos. O último aluno matriculado tem número de matrícula 2.604, e isso foi em 1969. O número de matrícula de Sérgio Furquim de Arruda é 711. Meu amigo Takasi Simizu estudou lá nos anos 50 e o número de matrícula dele é 598. O meu, que entrei lá em 1961, é 1514. Isso quer dizer, a meu ver, que Sérgio Furquim de Arruda deve ter estudado lá na década de 50, na segunda metade. Infelizmente não tenho as datas correspondentes a cada número de matrícula.

      Constato que Azarias Furquim de Arruda também estudou lá, com número de matrícula 2524 — isto é, no finalzinho da década de 60. Não sei se ele é parente do Sérgio.

      Infelizmente, é virtualmente impossível localizar os ex-alunos a menos que eles nos contatem. Pelo que sei, a escola foi fechada no final de 1970 — já não funcionando em 1971. Isso faz 45 anos!

      Obrigado por nos visitar, porém, apesar de não podermos ajuda-lo.

      Eduardo Chaves, responsável pelo blog.
      eduardo.chaves@jmc.org.br

  11. Tenho muitas saudades daquela época, sempre morei em Barueri, mas em 1968 e 1969 tive o prazer de estudar no JMC meu numero na lista é 2397 meu nome Renato May, também estudei nos bons tempos do rev. Pemperton, grande abraço a todos os Manuelinos.

  12. Achei muito interessante a iniciativa. Sou filho de Jandira e estudei no Themudo Lessa, mas nunca soube direito o que era o JMC. Todos falavam que era um internato e não havia muita informação. Me casei com uma pernambucana e quando vim morar em Recife descobri que um dos principais viadutos da cidade leva o do Capitão Themudo Lessa. Pesquisando, descobri que o presbítero era um intelectual que viajou o brasil disseminando o evangelho e que foi professor ai no JMC, onde ha referencia que também era um centro universitário. Themudo é natural da cidade de Palmares, aqui no interior do estado. Seria muito interessante que essa história fosse imortalizada e que a população de Jandira pudesse ter acesso, como um museu. Jandira é uma cidade dormitório e sua população não tem identidade com a cidade e essa iniciativa poderia ser começo. Obrigado.

  13. Simplesmente adorei! Não podemos deixar morrer a memória dos Manuelinos. Eu também já faço parte.

  14. Sou Edmar Moreira do Nascimento, estudei no Querido J.M.C. de 1965 a 1970. Que maravilha! Mais e mais manuelinos estão descobrindo essa página e estão dando seus depoimentos, relembrando tempos maravilhosos que ficaram nas lembranças nas recordações, na tentativa de relembrar colegas, espaço físico do J.M.C. etc ( quem não se lembra do sino pendurado, na verdade um pedaço de trilho da Sorocabana, próximo ao Harpper que anunciava o horário do café da manhã, do almoço e do jantar? E era tão forte que do outro lado do Jordãozinho no internato das meninas ouvia-se perfeitamente) Eu trabalhava na cozinha e todos os dias estava alí anunciando que o café, o almoço e o jantar estavam prontos.) Quantas recordações!!!! Quanta saudade! Queridos isso é o J.M.C. que continua vivo nas nossas lembranças e recordações. Grande abraço aos queridos manuelinos de todo Brasil.

  15. Saudações em Cristo !

    Caro Eduardo Chaves,

    Estudei no colégio JMC no período de 1966 a 1970. Como você pôde observar, fui um dos que apagaram da luzes desta amável instituição, onde aprendi a amar e respeitar meus colegas.

    E com grande satisfação, poder reviver de alguma forma, nem que seja na lembrança, os bons tempos que lá vivi ,eu e meus irmãos. Conheci muitos amigos entre colegas e professores , que hoje guardo em minha memória e em meu coração.
    Deixo aqui um grande abraço e desejo sucesso.

    Paz em Cristo!

    Luiz Alberto

  16. Olá amigos e colegas manuelinos de todo o Brasil. Sou Edmar (1965 a 1970) percebo que mais e mais manuelinos estão descobrindo essa maravilhosa página, para colocar suas saudades, seus sentimentos, suas emoções e procurar de todas as formas colegas inesquecíveis da sua época. Isso é fantástico!!!! Nada apaga esse sentimento!!!

    Abraço carinhoso e saudoso a todos os meus queridos manuelinos de todo o Brasil. Moro em Brasília e gostaria de receber todos os manuelinos na minha casa se isso fosse possível. Amigos manuelinos que nunca saem da minha memória: Paulo Cesar (Caveirinha), Tiago Escobar de Azevedo (Pastor da IPI), Mário, João Paulo, Iésio (Baiano), Celso Gorito de Resende-RJ, Celso Versette, Paulo Marques, Orville todos da minha época e tantos outros…

    Abraços Edmar.

  17. Olá, Eduardo!

    Vi seu comentário acerca do Seminário de Campinas. Você disse que a igreja quase o destruiu a partir de 1966. Mas creio que deve ser ressaltado o fato de que tal seminário estava mergulhado em liberalismo naquela época, motivo das necessárias investidas da Igreja para fazer com que ele retornasse à Ortodoxia.

    Um abraço!

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