Falecimento de Henrique de Almeida Lara (24.4.2026)

(Foto retirada do perfil do Henrique no Facebook, cujo link é fornecido abaixo.)

É com extremo pesar que informo, com atraso, o falecimento, em Brasília, de HENRIQUE DE ALMEIDA LARA, que foi meu colega no Instituto JMC, de Jandira, de 1961 e 1963, e colega de muitos de meus amigos aqui. O fato se deu em 24.4., mas eu só sobre hoje, 5.5, através de minha amiga querida Renée Camargo Lucarelli, que foi uma das colegas do Henrique naquele período. Agradeço a ela por me avisar.

Eis o link para a página do Henrique, com a foto dele com sua família:

Em Salto, 7 de Maio de 2026

Nota de Falecimento

É com imenso pesar que comunico o falecimento, hoje, em Prudentópolis, PR, do nosso colega e amigo WALDIR RICKLI. Ele iria completar 84 anos no próximo dia 29.Set. No dia 24.7 ele teve um AVC isquêmico, e hoje não resistiu às consequências do acontecido.

Ele esteve conosco em um de nossos últimos encontros. E minha mulher, Paloma, e eu, o visitamos em Julho do ano passado, na residência de sua filha, Débora, em Prudentópolis.

Que Deus o tenha e console os filhos e netos. Ele era viúvo já há alguns anos.

Em Salto, 10 de Agosto de 2024.

As Homenagens ao Rev. Olson Pemberton

Ontem, dia 10.11.2023, houve duas homenagens ao Rev. Olson Pemberton, Jr.

Às 11h, no Cemitério da Paz, com a presença de sua viúva, Vera, e do seu filho Ted e duas netas, foi feito o enterro das cinzas do querido mestre, junto aos restos mortais de outros membros de sua família, em especial sua primeira esposa, Profa. Jean Patterson Pemberton, que faleceu em 1992, de dois de seus netos (filhos do Ted) e da primeira mulher do Ted. Escrevi o seguinte no Facebook:

Tive o privilégio e a honra, hoje cedo, pelos quais agradeço ao meu amigo Ted Pemberton, de acompanhar a cerimônia simples e singela de enterro das cinzas do Rev. OLSON PEMBERTON JR, falecido em Julho deste ano, com virtualmente 102 anos, ao lado dos restos mortais de sua primeira esposa, com quem esteve casado durante 52 anos, até a morte dela em 1992, Profa. JEAN PATTERSON PEMBERTON. A cerimônia foi realizada no Cemitério da Paz, no Morumbi, a 4 km de meu apartamento em São Paulo. Ambos foram meus professores no Instituto JMC, em Jandira, onde ele era também o diretor da escola, quando eu lá estudei.

Poucas pessoas estiveram presentes: O Ted, uma de suas filhas (neta do Rev. Pemberton), uma sobrinha sua (também neta do Rev. Pemberton), e a Vera, viúva do Rev. Pemberton. Fiquei sensibilizado pela ocasião.

Agora à noite haverá o Culto de Ação de Graças pela vida do Rev. Pemberton, na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na Marginal de Pinheiros, direção do Cebolão, número 5651, num pedaço de rua que, sem perder o número, se denomina Rua Dra. Ruth Cardoso.

Às 20h, na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, houve um Culto de Ação de Graças pela vida do Rev. Pemberton. Eis o lindo convite para esse evento, preparado pela neta do Rev. Pemberton, filha do Ted:

Eis a Ordem de Culto que regeu o evento:

No verso dessa Ordem de Culto, havia uma biografia resumida do Rev. Pemberton, escrita por seu neto, Theodore Olson Pemberton, Jr, filho do Ted. Eis a biografia:

Para os que não puderam comparecer pessoalmente, o evento foi transmitido ao vivo pela Internet, no seguinte endereço:

O evento gravado pode ser assistido no endereço: https://www.youtube.com/watch?v=vadOnukQqXM.

Participaram do culto os Revs. Irom Vieira de Souza (que fez a eulogia), Roberto Brasileiro da Silva (que fez a pregação), e Alderi de Souza Matos (que fez a oração final) — além do pastor titular da Igreja Presbiteriana de Pinheiros, que conduziu a liturgia, Rev. Arival Dias Casimiro.

Minha conta no Facebook, tem, na data de ontem (10.11.2023), mais informações e fotografias, bem como comentários de visitantes. O perfil da conta pode ser acessado no endereço https://facebook.com/eduardo.chaves .

A minha página do Instituto JMC no Facebook contém cópias do material. Ela pode ser acessada no endereço https://facebook.com/institutojmc.

Em São Paulo, 11 de Novembro de 2023

Perdemos hoje o Rev Pemberton (26.7.23)

[26.7.2023: 8h30 da manhã]

Perdemos hoje o Rev. Pemberton, aos 102 anos de idade.

Rev. OLSON PEMBERTON JR (17/09/1921 – 26/07/2023)

Rev. OLSON PEMBERTON (17.9.1921-26.7.2023)

Que Deus o tenha. Que descanse em paz de sua vida abençoada para todos que o conheceram, em especial para todos os alunos do Instituto José Manuel da Conceição (JMC) que tiveram o privilégio de conviver com ele lá e em outros lugares.

Meus sentimentos ao Ted e a toda a sua grande família.

Darei mais detalhes à medida que os obtiver.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS ACRESCENTADOS ÀS 12H (BR):

O Rev. Pemberton faleceu hoje, por volta das 5h da manhã (hora do Leste dos EUA), na casa de uma de suas filhas, a Ann, em Canton, Estado da Georgia, nos EUA. Estavam presentes com ele, na hora em que ele tranquilamente entregou o seu espírito, além da Ann e do Tom, irmão dela (e do Ted, naturalmente), a Vera, mulher do reverendo, e Zélia, amiga do Tom.

A saúde do Rev. Pemberton gradualmente se deteriorou nos últimos dois meses. A maior do tempo ele dormia, só acordando para tomar seus remédios (com algo doce para facilitar: apple sauce, de preferência).

O Rev. Pemberton deixou instruções para que seu corpo fosse cremado e suas cinzas fossem trazidas para o Brasil. Isso será feito e o Tom trará as cinzas para o Brasil, onde será feita uma cerimônia de despedida, sendo as cinzas colocadas no túmulo em que está enterrada Dona Jean.

Não há datas previstas para nada disso ainda.

Quando souber algo mais, transmitirei.

Agradeço ao Ted pelas informações ora (e antes) compartilhadas e pela autorização para divulgá-las.

Eduardo Chaves

Em Salto, 26 de Julho de 2023

Autobiografia e Testemunho de Romilda Moreira Cuthbert

[Texto compartilhado, com autorização da autora, de seu site “Romilda Conta e Canta”, disponível em http://romildacontaecanta.com.br/web/index.php?menu=home, no qual há várias historinhas digitais que ela escreveu e produziu. Agradeço a ela a gentileza de me autorizar republicar sua Autobiografia e Testemunho aqui. Acrescento a foto dela e de seu marido, Mel Cuthbert, a quem ela faz referência no final do seu texto. O texto é de 2012, a foto, de 2019. EC.]

Louvo ao Senhor por missionários que foram obedientes ao chamado do Mestre: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho”.

Meus avós eram crentes, fundadores da Igreja Presbiteriana Independente em São Sebastião da Grama, em São Paulo. Nasci, portanto, num lar evangélico e frequentei a igreja por toda a minha infância e adolescência, mas sem conhecer pessoalmente o Senhor Jesus. Sentia-me tão infeliz, sem alegria e paz. Comecei a procurar algo que preenchesse aquele vazio. Penso que foi Santo Agostinho que disse algo assim: “o coração é inquieto, até achar descanso no Senhor”.

Uma amiga que trabalhava comigo na Sears, viu quão infeliz eu era e convidou-me a ir à sua igreja. Ela me disse que, como presbiteriana, eu tinha 80% de minha salvação. Em me tornando Mórmon, eu teria os outros 20%. E a segurança de que iria para o céu seria real em minha vida. Comecei a estudar o livro dos Mórmons, com certa reserva. Sempre respeitei a Bíblia como a Palavra de Deus. Agora eles estavam me dizendo que a Bíblia não era “toda a Palavra de Deus”. Bem, finalmente fiquei completamente desiludida e perdi o interesse.

Comecei então a me envolver com o espiritismo. Como iniciavam as reuniões com a oração “Pai Nosso”, eu achei que Deus estava presente. Vi manifestações sobrenaturais. Eles não tinham livros para que eu estudasse. Queria pesquisar para entender. Este foi um passo para me envolver com filósofos da Índia. Desta vez achei muitos livros! Aprofundei-me no estudo.

Jamais pensei que estava brincando com Satanismo. Fiquei cada vez mais confusa, com os nervos à flor da pele. Procurei ajuda profissional. Comecei tratamento com um psicanalista considerado cristão. Por seis meses, três vezes por semana, fui ao seu consultório. Como meu problema era espiritual, sempre mencionava a Bíblia. Um dia ele me perguntou se eu acreditava nas histórias da Bíblia: Jonas dentro do peixe, Moisés atravessando o Mar Vermelho… Respondi que acreditava, sim. Ele disse: “Isto é bobagem, é lenda”. Se ele quis me chocar, conseguiu o objetivo. Não voltei mais. Depois destes seis meses, fiquei pior. Pensei: “Meu próximo passo é um sanatório.”

Foi aí que Deus, em sua misericórdia e amor, mandou à minha igreja uma missionária da Aliança Pró Evangelização das Crianças. Ah, sim: Mesmo com todos os meus problemas, eu continuava frequentando a igreja. Trabalhava com crianças. Cantava o no coro. Aquela missionária contou uma história no flanelógrafo e nos convidou para um Treinamento de Evangelistas de Crianças. Logo me interessei e peguei os papéis de inscrição. Estava curiosa para estudar essa “religião”. Respondendo à pergunta: “desde quando você é crente?” escrevi: “desde que nasci”. Creio que logo começaram a orar por mim…

Na primeira aula, rejeitei quando disseram que devíamos dizer às crianças que eram pecadoras. Imagine, eu não era pecadora, como poderia dizer isto a uma criança. Afinal, eu ia à igreja todos os domingos, cantava no coro, ensinava as crianças na Escola Dominical… Além disso, estava me purificando através da Meditação Transcendental… O Espírito Santo começou o Seu trabalho. Numa lição, a missionária fez um convite para quem queria aceitar a Jesus, como deveríamos falar com as crianças. Levantei minha mão. Não me preocupei com os adultos presentes. Naquela noite, como uma criança, eu aceitei a Jesus como meu Salvador pessoal. Não é isto mesmo que a Bíblia diz: “Se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” ? Eu me achava tão intelectual, tão superior. Foi como se o Senhor me dissesse: “Vem cá sua bobinha, vou atraí-la a mim com uma história no flanelógrafo.” Todo o meu interesse por estudar Krishnamurti e outros filósofos desapareceu. Cada vez mais eu me aprofundava no estudo da Palavra. O Senhor Se tornou real em minha vida.

O Senhor iniciou Seu trabalho em minha vida, guiando-me passo a passo. Naquela época eu era secretária na Philco. Recebi, um dia, um telefonema da Palavra da Vida, convidando-me para cantar. Num fim de semana, fui até o acampamento pela primeira vez. No sábado à noite eles tinham um culto ao pé da fogueira. Harry Bollback fez um apelo para dedicação de vida. Após ouvir o testemunho de um menino, fui à frente e dediquei minha vida ao Senhor. “Seja o que for, onde for, eu quero servi-lO”.

Estava economizando para ir aos Estados Unidos. Meu plano era estudar Serviço Social. Estava fazendo isto no Hospital das Clínicas todos os fins de semana. Realmente eu já estava evangelizando crianças. Mas em meu crachá estava escrito: Assistente Social, e isto que eu queria ser. Minha amiga mandou todos os papéis necessários. Pedi demissão da Philco. Quando estava pronta para ir, minha amiga me escreveu, dizendo que viria para o Brasil por dois meses. Eu poderia ir e ficar sozinha no seu apartamento, ou esperar para voltar com eles. Conversando com os Bollbacks, eles me convidaram para conhecer o Acampamento Palavra da Vida em New York. Eu poderia ajudar no Acampamento e, quando terminasse o verão, iria para a Califórnia.

Trabalhei na Ilha com os jovens e cantei na Noite de Arte nos três Acampamentos. Nos estudos Bíblicos tivemos ótimos teólogos. Sendo Howard Hendriks um deles. Fui crescendo espiritualmente. Conheci e vi apresentações de missionários. Alguns trabalhavam com índios no norte do Brasil. O Senhor começou a trabalhar em meu coração, dando-me a convicção de que deveria voltar ao Brasil e trabalhar com as nossas crianças. No fim do verão, Palavra da Vida precisava de uma secretária. Fiz o teste. Passei. Durante 9 meses trabalhei no escritório em New Jersey. Visitava igrejas nos fins de semana, cantando, dando testemunho, representando o Brasil. O Senhor me mostrou claramente o Seu plano para mim.

Voltei ao Acampamento. Desta vez fui para o Rancho, com o objetivo de aprender a organização de um acampamento de crianças. No outono fui para o Treinamento de Liderança da APEC, em Michigan. Antes de terminar o curso de três meses, recebi uma carta de Harry Bollback. A Estância Palavra da Vida ia ser aberta e eles gostariam que eu fizesse o trabalho com crianças durante a temporada, e eventualmente eu teria o meu Rancho. Em Dezembro de 1962, voltei para o Brasil, e iniciei meu ministério, em janeiro de 1963. Tinha três desejos em meu coração: Discos para crianças, programa de rádio e Acampamento. O Senhor tornou em realidade um a um!

O primeiro foi o Rancho, em Dezembro de 1963. Usamos o Acampamento dos Jovens por uma semana. Como era uma nova idéia, pensamos que iríamos ter umas 50 crianças. Surpresa! 153 pequeninos chegaram. Isto foi o início. Daí em diante, tivemos o Rancho todos os anos. Muitos pequeninos aceitaram o Senhor Jesus. Hoje encontramos pastores e missionários que fizeram sua decisão nos Ranchos. Ao Senhor toda a Glória!

Em 1965, fizemos os primeiros discos para crianças e começamos o programa de Rádio. Em 1969, devido a um calo nas cordas vocais e não podendo seguir o programa intenso de PV, deixei a Missão. Foi uma oportunidade de aceitar convites de diversos amigos missionários na Europa. Passei 6 meses ministrando em diversos países dali.

Em 1970, de volta ao Brasil, o Senhor nos dirigiu a trabalhar com dois casais, fundando a Comev (Comunicações Evangélicas). Tivemos oportunidade de expandir o Programa de Radio, distribuindo-o por todo Brasil. Produzimos LPs, cassetes.

Em 1975, o Senhor tornou em realidade o que nem sonho era: Mel Cuthbert entrou em minha vida. Missionário da ABWE – Association of Baptist for World Evangelism. Daí iniciamos um ministério juntos. Por 35 anos estamos servindo assim ao Senhor. Queremos servi-lO fielmente até àquele dia em que O encontraremos nos ares, ou quando formos chamados diante de Sua preciosa presença. O Senhor seja louvado para sempre.

Transcrito aqui em Salto, SP, 30 de Abril de 2020

Fotos de Romilda Moreira Cuthbert

Romilda Moreira Cuthbert (o último nome é seu sobrenome de casada) foi aluna no JMC em 1947-1948. Suas fotos, escaneadas por ela e enviadas para Eduardo Chaves, são compartilhadas aqui neste blog do JMC e também página do JMC no Facebook:

https://www.facebook.com/institutojmc/

A última foto deste album (a décima quarta) é da Romilda hoje, fazendo tratamento de um problema da coluna. Ela fará 90 anos em 8 de janeiro do ano que vem. Ela reside no Canada, na província de Ontario, já há bastante tempo.

Antes de ir para o JMC Romilda estudou no Colégio Batista Brasileiro. Eu (Eduardo Chaves) a conheci no Acampamento Palavra da Vida, onda cantava e contava histórias.

Seu perfil no Facebook está em:

https://www.facebook.com/romilda.cuthbert

Romilda também tem uma página no Facebook com o título “Romilda Conta e Canta”, neste endereço:

https://www.facebook.com/romildacontaecanta/

Finalmente, Romilda tem um canal no YouTube, no seguinte endereço:

https://www.youtube.com/channel/UCdRNBxRCkyNnqybpPJ0R4RA

[Fotos enviadas e compartilhadas em 27.4.2020]

Em Salto, 27 de Abril de 2020

Encontro de Manuelinos no Segundo Semestre 2020 Cancelado

Abaixo, email enviado aos membros do Grupo de Discussão “Manuelinos”, em 13.3.2020 e, novamente, em 30.3.2020, informando que, este ano, devido à epidemia de Vírus Corona, não haverá o Encontro normalmente realizado no Segundo Semestre do ano.

O Comitê Organizador lamenta precisar comunicar esse fato, cuja justificativa está esclarecida no próprio email.

Obrigado.

EC

From: Eduardo Chaves <edwardkeys@icloud.com>
Reply-To: Eduardo Chaves <edwardkeys@icloud.com>
Date: Friday, 13 March 2020 20:11
To: <manuelinos@jmc-online.com>
Cc: Eduardo Chaves <edwardkeys@icloud.com>
Subject: Encontro deste ano (2020)

Caros colegas:

O Jairo, o Elizeu Cremm, a Elke Cremm e eu, Eduardo Chaves, confabulamos no dia de hoje e resolvemos, diante dos percalços gerados pela Pandemia do Vírus Corona, não realizar o nosso Encontro de Manuelinos de 2020.

Alguns poderão levantar a objeção de que deveríamos esperar mais um tempo antes de decidir. O problema é o seguinte. Para garantir um hotel, com instalações adequadas, para o número médio de pessoas que temos tido nos últimos anos, é necessário fazer e garantir a reserva junto ao hotel. Temos usado de 32 a 35 quartos. A garantia, em regra, é pagar basicamente a metade do preço total para o hotel, já na hora da reserva, ou seja, agora. O Jairo tem pago essa garantia com dinheiro dele, vindo a receber o valor que emprestou ao Encontro apenas depois de todos pagarem a sua inscrição, em 3 ou 2 vezes, ou à vista.

Sem saber como vai caminhar  essa questão do Corona Vírus é arriscado desembolsar esse dinheiro. Além disso, está sendo informado que idosos — e todos os ex-alunos do JMC são hoje idosos — correm o maior risco.

Assim, diante desse quadro, nós quatro decidimos, unanimemente, que devemos não realizar o Encontro este ano. Quem sabe se, no primeiro quadrimestre de 2021, a situação estiver totalmente normal, poderemos antecipar o Encontro de 2021 para o Primeiro Semestre do ano.

Lamentamos fazer isso.

Abraços.

Eduardo Chaves

ec@jmc.org.br

edwardkeys@icloud.com

Convite de Formatura do Ano de 1963

Convite de Formatura de 1963

Instituto JMC, São Paulo – 1963

A Congregação e os Formandos do Instituto “José Manuel da Conceição” têm a subida honra de convidar V. Excia. e Exma. Família para assistirem às solenidades de formatura das turmas de 1963 a se realizarem no dia 30 de novembro às 20 horas, no Auditório Dr. Waddell, situado em Jandira, E.F.S. – São Paulo, e para o Culto de Ação de Graças a se realizar no dia 30 às 15 horas.

Homenagens

  • Diretor: Rev. Ruben Alberto de Souza
  • Vice-Diretor: Rev. Joaquim Machado
  • Maria Block Cruz

Homenagem dos formandos da 4ª série de 1963

Participação

  • Paraninfo: Dr. Camilo Ashcar
  • Orador Sacro: Rev. Adauto Araújo Dourado.
  • Orador: Eduardo Oscar Chaves

Formandos do II Ciclo

  • Airton Neves Ormond
  • Assir Pereira (+) (#)
  • Celso Martins
  • Cilas Gonçalves
  • Deoclécio Silveira do Amaral
  • Eduardo Oscar de Campos Chaves (*) (+) (#)
  • Hamilton Felix de Souza
  • Hélio de Castro e Souza
  • Ireno Dias Ribeiro
  • Maria Helena Pires
  • Natanael Florêncio do Amaral
  • Octávio Stradioto
  • Otoniel Marinho de Oliveira (*) (+)
  • Robert Nicholas Lodwick

Formandos do I Ciclo

  • Benedito Barbosa de Souza
  • Carmelino Souza e Silva
  • Eunice Rodrigues de Sá
  • Getúlio Rosa da Guia (*) (+) (#)
  • Hilze Schneider
  • Irma Chaves Eguez
  • Isauro Batista Carriel (*) (+) (#)
  • João Rhonaldo de Andrade (*) (+) (#)
  • Judith Augusta dos Santos
  • Lindolfo Teixeira (*) (+) (#)
  • Maria Altina Felix da Silva
  • Mário de Oliveira Mello
  • Nivalda Barbosa Franco
  • Paulo Cosiuc (#)
  • Renée Myriam de Camargo
  • Ronan Pereira da Silva (*) (+) (#)
  • Rubens Faria
  • Sueli Barbosa Cavalcanti (+)
  • Vera Lúcia Felício Papa
  • Vera Lúcia Monteiro Saldanha

Agradecimentos

  • A Deus
  • Aos nossos Pais
  • Às nossas Igrejas
  • Aos nossos Presbitérios
  • Às Missões Nacionais e Estrangeiras
  • E aos nossos queridos Professores

[As Notas a seguir, e os Sinais depois de alguns nomes foram acrescentados em 2019]

(*) Presente no 7o Encontro dos Manuelinos de 2019 (realizado em 20-22 de Setembro de 2019 em Campinas, SP

(+) Presente no 6o Encontro dos Manuelinos de 2018 (realizado em 21-23 de Setembro de 2018 em Campinas, SP

(#) Presente no 5o Encontro dos Manuelinos de 2017 (realizado em 22-24 de Setembro de 2017 em Campinas, SP)

Transcrito em São Paulo, 23 de Setembro de 2019

Discurso do aluno Antonio Elias no Funeral do Dr. Waddell

NOTA:

O texto a seguir foi publicado no site original do JMC que mantive, neste mesmo endereço, no final da década de 1990, começo da de 2000. Transcrevo-o com vistas ao Encontro dos Manuelinos, que terá lugar em Campinas, a partir de amanhã, 20.09.2019 até 22.09.2019.

EC

…SENHORES:

— “Diga aos moços que trabalhem!” –

Diga aos moços que trabalhem, foi a mensagem grandiosa que nós, os estudantes do Conceição, recebemos do Dr. Waddell, nos últimos dias de vida de sua preciosa existência.

Essa mensagem repercutiu profundamente em nossos corações, porque acima de tudo, vale a pena seguir-lhe o exemplo nobre e honroso, – exemplo de quem sempre trabalhou com a grandeza moral, intelectual e sobre tudo espiritual de milhares de nossos patrícios.

A evangelização na Baía é um atestado vigoroso do quanto fez êsse venerando servo de Deus. Há 40 anos passados, lá estava o dr. Waddell, lutando contra as dificuldades e meios de comunicação. Viajando a cavalo meses a fio, desprovido de todo o conforto material, atravessava regiões inóspitas, áridas e perigosas.

Seu ideal era socorrer os necessitados do pão para a alma e muitas vezes, para o corpo. São inúmeras as conversões dêsse trabalho fecundo, tanto no estado da Baía, com em São Paulo; almas que se decidiam por Cristo, movidas, ora pela sua palavra autorizada, persuasiva e piedosa; ora pelo seu exemplo luminoso de abnegação, amor e fé!

A obra missionária no Brasil perde, portanto, com a partida do Dr. Waddell, um grande obreiro. O dr. Waddell não foi tão somente um valoroso missionário. O colégio de Ponte Nova, Baía, fundado por ele, onde funciona a segunda escola normal daquele Estado – segunda pelo grau de disciplina e cultura; o Mackenzie College, um dos mimos de S. Paulo, do qual ele foi seu presidente por alguns anos; e, finalmente, o “Conceição”, um dos seus sonhos realizados nesta última década, são um atestado vivo de que ele foi também um grande educador.

Educador e mestre excelente!

Muitos ministros, professores e doutores receberam do ilustre pedagogo, á semelhança de S. Paulo aos pés do sábio Gamaliel, lições preciosas, que, os impulsionaram á conquista elevada da posição em que se encontram hoje.

Mestre excelente perde o magistério brasileiro!

Mestre e amigo sincero, leal e desprendido. Amigo que sabia aconselhar, confortar e apontar o caminho da verdade e da vitória. Sempre solícito, sempre pronto a servir, ia ao sacrifício, se fosse preciso, para resolver problemas e dificuldades alheias. Afirmo isto, interpretando particularmente o pensamento unânime dos meus colegas do Conceição.

E agora que perdemos o grande missionário, grande educador, grande mestre e amigo, que havemos de fazer? Apenas garantir que lhe seguiremos os passos com as nossas lágrimas – expressão sincera da saudade.

Partistes, pois, Dr. Waddell, para a mansão celestial! Fostes receber no céu a coroa de glória

incorruptível.

Haveremos de vos honrar a memória, pondo em prática o vosso derradeiro pedido: “Moços, trabalhai!”

Sim, a obra portentosa que iniciastes há de continuar, porque ela é de Cristo.

Dr. Waddell – nosso grande mestre e grande amigo – Adeus!

Discurso pronunciado pelo sr. Antonio Elias, representando o corpo discente do Instituto José Manoel da Conceição, no cemitério, por ocasião do enterro do Rev. William A. Waddell, fundador do JMC. 

Transcrito aqui neste blog em Salto, 19 de Setembro de 2019

Gírias Manuelinas (texto antigo)

NOTA:

Texto meu que publiquei no antigo site do JMC no final da década de 1990, começo da de 2000. Compartilho-o aqui.

. o O o .

Estou interessados em cadastrar gírias usadas no JMC, em qualquer momento. Algumas que já foram lembradas são:

Botina (subst) – paixão. “Quem é a botina dele?”

Botinudo (subst) – pessoa apaixonada. “O Elizeu é o maior botinudo do Jota” (nome não necessariamente de alguém real)

Comer os breads (expr verb) – fazer muito bem, ir bem (geralmente dito de alguém que pregou um sermão, mas também aplicável ao desempenho numa prova). “O Borjão, como sempre, comendo os breads”. “Comi os breads na prova de Português”. O oposto de “picar o fumo”.

Fio / Filho (subst) – colega de quarto (independentemente de idade). “Ei, fio, vamos ver se limpa o seu lado do quarto”. Ver “véia”.

Matar o Camões (expr verb) — cometer erro de Português. “Preciso estudar mais um pouco o Napoleão: ando matando o Camões demais”. Variantes: “assassinar o Camões”, “esganar o Camões”, etc.

Perna grossa (adj) – convencido, cheio de si, “metido”. “Aquele calouro é um perna grossa; merece uma lição”.

Picar o fumo (expr verb) – não fazer bem, ir mal (geralmente dito de alguém que pregou um sermão). “Picar o fumo bem fininho” é ter um desempenho realmente ruim. “Aquele gringo realmente picou o fumo no culto ontem”. “Onde é que você vai picar o fumo domingo?” (Onde é que você vai pregar [pressupondo-se que mal] domingo?). O oposto de “comer os breads”.

Véia / Velha (subst) – colega de quarto (mesmo que do sexo masculino). “O Paulão foi minha véia em 1961 — até que a gente se desentendeu…”. Ver “fio”.

Lembra-se de outras gírias? Envie para: ec@jmc.org.br.

As gírias acima eram todas usadas na década de 60, mas possivelmente bem antes também.

Transcrito aqui neste blog em Salto, 19 de Setembro de 2019.